blog do professor edson scabora

familia, educação, liderança, motivação.

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Terra Blog

Categoria: Liderança

15.01.08

Sucesso

SUCESSO

'Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho sua licença para dar alguns.

Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns, que julgo valiosos.

Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro.
Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor.
Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência.

Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha:

Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro.
Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro.
Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.
E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar.

E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma.

A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária,
que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no
Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse:
'Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo'.
E ela responde:
'Eu também não, meu filho'.

Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário.
Digo apenas que pensar e realizar,
tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.

Meu segundo conselho:
Pense no seu País.
Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si.

Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada.
Os pobres vivem como bichos e uma elite brega,
sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como Homem.
Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu.

Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia:
'seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito'
É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia:
seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito:
É preferível o erro à omissão.O fracasso, ao tédio.O escândalo, ao vazio.

Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso.
Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.

Colabore com seu biógrafo.
Faça, erre, tente, falhe, lute.
Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.

Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história.
Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução.
Que é mais do que sexo ou dinheiro.
Você foi criado para construir pirâmides e versos,
descobrir continentes e mundos, e,
caminhar sempre com um saco de interrogações na mão
e uma caixa de possibilidades na outra.

Não use Rider, não dê férias a seus pés.
Não se sente e passe a ser analista da vida alheia,
espectador do mundo, comentarista do cotidiano,
dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!, eu sabia!

Toda família tem um tio batalhador e bem de vida.
E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio
muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa.

Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar.
Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e
domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam.

Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar.
Porque não sabem trabalhar.
Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem.
De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso.

Trabalho não mata.. Ocupa o tempo.
Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios.

O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo,
tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses.
Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram,
em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta,
enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.

Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está
perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam.

Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo
o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe
leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.

E isso se chama sucesso.

Este texto foi escrito por Nizan Guanaes para uma formatura, paraninfo que era de turma na Faap.


11.01.08

Frase do dia

As pessoas não gostam de ouvir que o mundo é mais aleatório do que imaginam. Preferem  "profetas" que mintam e as façam se sentir bem.

Nassim Nicholas Taleb.

Os seis requisitos profissionais

categorias: Liderança

Características que devem ser procuradas nos candidatos a líderes:

1) Que possuam os mesmos valores centrais que a empresa.

2) Que não precisem ser gerenciados, mas guiados e liderados.

3) Que entendam que não têm um trabalho, e sim uma responsabilidade.

4) Que cumpram com a palavra empenhada.

5) Que compartilhem o sucesso com a equipe e assumam individualmente os fracasos.

6) Que se apaixonem pelo que a empresa representa e também pelo que ela faz.

Taylorismo

categorias: Liderança
TAYLORISMO: PROPOSTA PARA O TRABALHO TEDIOSO


No ano de 1911, Frederick Winslow Taylor (1856-1915), engenheiro e consciente dos interesses por Gestão, como conseqüência da Revolução Industrial, tanto dos gestores, como dos trabalhadores, publicou “Os Princípios da Administração Científica”, apresentando algumas idéias a favor do desenvolvimento de uma produção e de um trabalho racional.

Como o momento histórico exigia métodos racionais para produção industrial, Taylor propôs, por experimentações dos movimentos e de tempos, o seguinte: 1) produção padronizada e em série para baixa de custos e alta de lucros; 2) intenso trabalho fracionado na linha de produção, gerando ganhos pela produtividade; 3) desenvolvimento de tarefas ultra-especializadas e repetitivas; 4) diferenciações entre trabalho intelectual e trabalho manual e 5) ao trabalhador que produzisse mais em menos tempo, incentivos e premiações.

Assim, no contexto do capitalismo industrial, nascia o Taylorismo, um método de trabalho baseado no planejamento e no controle dos movimentos e de tempos na produção, no qual o trabalhador vai aos poucos sendo adestrado, cronometrado, sem autonomia e criatividade e ampliando a dimensão do trabalho tedioso ou com jeito de castigo.

Além de tudo, o Taylorismo é marcado pela separação do trabalho e das capacidades dos trabalhadores, ou seja, o empenho independe da profissão e do conhecimento, mas apenas das políticas gerenciais. Em essência, Taylor separa o Planejamento (trabalho mental) da Execução (trabalho manual). Negativamente, pela nossa atualidade, proíbe ao trabalhador qualquer manifestação criativa ou de participação.

A implantação do Taylorismo fez grande sucesso na Linha de Produção Ford. Um fato curioso é que em 1908 as unidades dos carros produzidos por Ford custavam US$ 850,00. Entre 1915 e 1924, quando foi produzido o Modelo T de número 10.000.000, a unidade era oferecida por US$ 490,00. Enfim, em 1927, o ultimo Modelo T produzido tinha o preço de US$ 260,00.

O interessante disso é que as propostas de Taylor ligavam-se à necessidade de aperfeiçoar a Execução de um Planejamento Estratégico. Com isto, as atividades deveriam ser bem planejadas a fim de que tudo fosse realizado com eficácia e rapidez. Aqui, temos o chamado controle de movimentos e de tempos.

Contudo, o Taylorismo trouxe resultados, pelo claro respeito à hierarquia e à disciplina, tanto que este binômio predominou na grande indústria capitalista do século XX e, se observarmos, é um modelo que, mesmo com tanta inovação tecnológica por aí, ainda funciona em algumas organizações. Porém, a crise deste modelo ocorreu, em parte, pela ascendente resistência dos trabalhadores que reivindicavam autonomia e aplicação da criatividade, contra o trabalho monótono e superfraguimentado.

Colaboração: Professor Beto Mansur.
Beto Mansur é advogado, formado em Direito pela UEM–PR, em Qualificação Empretec pela ONU/Sebrae, Diretor de Marketing da Bem Bonito Materiais Artísticos de Londrina – PR, Pós-graduando em Empreendedorismo pela UNOPAR; professor de Sociologia em Cursos Pré-vestibulares e palestrante de Empreendedorismo.

26.11.07

5 frases proibidas no trabalho

categorias: Liderança
Elas revelam defeitos que as empresas detestam Existem qualidades que são muito valorizadas pelas empresas. Ter iniciativa, colaborar com os colegas, ser organizada e se adaptar bem às mudanças fazem parte desse grupo. Mas há o extremo oposto. Alguns comportamentos muito comuns em ambientes de trabalho ou entrevistas de emprego passaram a ser considerados inaceitáveis pelas empresas modernas. Quem demonstra esses defeitos geralmente é barrado no processo de seleção ou, se já foi contratado, corre sérios riscos de perder o emprego.

Na maioria das vezes, esses defeitos acabam sendo revelados por meio de frases que escapam da boca do funcionário em momentos de tensão. A seguir, três especialistas em recursos humanos apontam quais são as cinco frases mais condenadas pelas empresas.


1. "Chefe, a Vanessa está fazendo corpo mole"
Por que pega mal - Ninguém gosta de trabalhar com quem fala mal dos outros pelas costas. "O chefe e os colegas perdem a confiança em você", diz o professor de expressão verbal Reinaldo Polito. "A qualquer momento, você poderá falar mal deles também."
Qual a atitude certa - Se a colega de trabalho está mesmo fazendo corpo mole e isso prejudica o seu trabalho, converse com ela. Diga o que você pensa e explique como a falta de empenho dela atrapalha o seu rendimento. Essa é a atitude mais correta. Para o chefe, o ideal é falar somente bem das pessoas que desempenham um bom trabalho. Sobre as que não merecem o seu elogio, não fale nada.


2. "Eu não ganho pra isso"
Por que pega mal - Essa frase é usada como reclamação por quem não quer assumir uma tarefa de outro setor. Ela transmite uma péssima impressão, segundo Elaine Saad, vice-presidente da divisão paulista da Associação Brasileira de Recursos Humanos. "Elapassa a imagem de alguém que se recusa a colaborar com a empresa", diz.
Qual a atitude certa - O funcionário não deve se limitar à sua função. Receber uma nova incumbência deve ser visto como uma oportunidade de mostrar que você pode ser ainda mais útil à empresa.


3. "Ontem saí com um gato..."
Por que pega mal - Os colegas de trabalho não são seus amigos. Um ou outro até pode vir a se tornar seu confidente, mas, em geral, assuntos pessoais devem ficar reservados para os encontros fora da empresa. No trabalho, essas revelações costumam se transformar em fofoca - e você corre o risco de ficar malfalada.
Qual a atitude certa - Não fique contando detalhes sobre sua vida mais íntima. Se alguém perguntar, fale que seu relacionamento está indo muito bem. Isso vale também para outras questões de sua vida pessoal, como brigas com o marido ou o namorado. Assim, você não será alvo da maledicência alheia.


4. "Qualquer emprego que você me der eu vou gostar"
Por que pega mal - Se você preenche ficha ou participa de uma entrevista numa empresa, deve informar quais funções pode desempenhar bem e por quê. Quem se oferece para tudo, no fundo, demonstra estar desesperado ­— e as empresas não gostam disso.
Qual a atitude certa - O correto é se informar sobre a empresa e, assim, falar sobre o que realmente quer", diz Sara Behmer, vice-presidente de RH da Avon.


5. "Cheguei tarde porque o ônibus atrasou..."
Por que pega mal - O problema, de acordo com a consultora Elaine Saad, não é usar a frase num dia em que realmente o ônibus atrasou. Mas, se você usa esse tipo de desculpa com freqüência, pega mal. O chefe percebe que você não administra bem o seu tempo e, pior, não assume os próprios erros.
Qual a atitude certa - Administre melhor o seu tempo. O melhor a fazer é sair mais cedo de casa. Assim, você evita contratempos. Lembre-se de que o pneu do ônibus pode mesmo furar ou o metrô se atrasar. Saindo antes de casa, esses problemas não a impedirão de chegar no horário.