blog do professor edson scabora

familia, educação, liderança, motivação.

blog do professor edson scabora

familia, educação, liderança, motivação.
<  Novembro 2007  >
S T Q Q S S D
      1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30    
Receba os posts
Terra Blog

Arquivo de: Novembro 2007, 22

22.11.07

Sobre liderança

categorias: Liderança
Liderança é o processo de conduzir um grupo de pessoas. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados para que contribuam da melhor forma com os objetivos do grupo ou da organização.

Segundo Chiavenato a Teoria das Relações Humanas constatou a influência da liderança sobre o comportamento das pessoas. Existem três principais teorias sobre a liderança:

Traços da personalidade. Segundo esta teoria, já desacreditada, o líder possuiria características marcantes de personalidade que o qualificariam para a função.
Estilos de liderança. Esta teoria aponta três estilos de liderança: autocrática, democrática e liberal.
Situações de liderança. Nesta teoria o líder pode assumir diferentes padrões de liderança de acordo com a situação e para cada um dos membros da sua equipe
Para Lacombe os líderes influenciam as pessoas graças ao seu poder, que pode ser o poder legítimo, obtido com o exercício de um cargo, poder de referência, em função das qualidades e do carisma do líder e poder do saber, exercido graças a conhecimentos que o líder detém.

Tipos de Liderança
Liderança Autocrática: Na Liderança Autocrática o líder é focado apenas nas tarefas. Este tipo de liderança também é chamado de liderança autoritária ou diretiva. O líder toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados.
Liderança Democrática: Chamada ainda de liderança participativa ou consultiva, este tipo de liderança é voltado para as pessoas e há participação dos liderados no processo decisório.
Liderança Liberal ou Laissez faire: Laissez-faire é a contração da expressão em língua francesa laissez faire, laissez aller, laissez passer, que significa literalmente "deixai fazer, deixai ir, deixai passar".
Neste tipo de liderança o grupo atingiu a maturidade e não mais precisa de supervisão extrema de seu líder, os liderados ficam livres para por seus projetos em prática sendo delegado pelo líder liberal.

Liderança
A liderança é um tema importante para os gestores devido ao papel fundamental que os líderes representam na eficácia do grupo e da organização. Os líderes são responsáveis pelo sucesso ou fracasso da organização.Liderar não é uma tarefa simples. Pelo contrário. Liderança exige paciência, disciplina, humildade, respeito e compromisso, pois a organização é um ser vivo, dotado de colaboradores dos mais diferentes tipos.

Dessa forma, pode-se definir liderança como o processo de dirigir e influenciar as atividades relacionadas às tarefas dos membros de um grupo. Porém, existem três implicações importantes nesta definição.

Primeira: a liderança envolve outras pessoas, o que contribuirá na definição do status do líder. Segunda: a liderança envolve uma distribuição desigual de poder entre os líderes e os demais membros do grupo. E terceira: a liderança é a capacidade de usar diferentes formas de poder para influenciar de vários modos os seguidores.

De fato, os líderes influenciam seguidores. Por este motivo, muitos acreditam que os líderes têm por obrigação considerar a ética de suas decisões. Apesar de a liderança ser importante para a gerência e estreitamente relacionada a ela, liderança e gerência não são os mesmo conceitos. Planejamento, orçamento, controle, manutenção da ordem, desenvolvimento de estratégias e outras atividades fazem parte do gerenciamento. Gerência é o que fazemos. Liderança é quem somos.

Uma pessoa pode ser um gerente eficaz, um bom planejador e um gestor justo e organizado e, mesmo assim, não ter as capacidades motivacionais de um líder. Ou simplesmente pode ocorrer o contrário. Uma pessoa pode ser um gerente ineficaz, porém, em contrapartida, ter as habilidades necessárias para um bom líder.

Entre os desafios apresentados pelo ambiente mutável, as organizações estão valorizando cada vez mais os gerentes que possuem habilidades de liderança. Qualquer pessoa que aspire a ser um gerente eficaz deve também se conscientizar de praticar e desenvolver suas habilidades de liderança.

Afinal, nascemos ou nos tornamos líderes?


O Estudo da Liderança
A Liderança tem sido tema de pesquisas nos mais diversos campos do conhecimento humano desde a década de 30. Embora hovesse muitos livros e artigos ilustrando a "boa" liderança antes deste período, tais obras eram, principalmente, teorias filosóficas ou sugestões com poucos dados e informações consistentes que sustentassem seus pontos de vista.

Com o passar do tempo, a pesquisa e a literatura sobre Liderança evoluíram de teorias que descreviam traços e características pessoais dos líderes eficazes, passando por uma abordagem funcional básica que esboçava o que líderes eficazes deveriam fazer, e chegando a uma abordagem situacional ou contingencial, que porpõe um estilo mais flexível, adaptativo para a liderança eficaz.

Nos últimos anos, boa parte dessas pesquisas e obras tem sido criticadas por ser de escopo muito restrito, mais preocupada com a explicação dos comportamentos de líderes face a face com seus colaboradores, ao invés de examinar os líderes no contexto maior de suas organizações, prestando pouca atenção ao papel da liderança organizacional em termos do tratamento da mudança ambiental.

Como fazer críticas

categorias: Liderança

 Se existe uma lição que o carioca André Marques, de 37 anos, guardou de seu primeiro cargo de chefia, há dez anos, foi a de que criticar com agressividade é um erro grave para qualquer gestor. Até hoje ele não esquece as conseqüências desastrosas de uma bronca que deu num profissional da equipe, quando trabalhava numa empresa de TV por assinatura, como gerente financeiro. "O funcionário não entregou o trabalho da maneira esperada e eu o critiquei de forma incisiva, arrogante", conta André. "Com isso, aquele profissional passou a ficar distante, desmotivado, o que só piorou as coisas." Agora, como diretor de operações financeiras da Intelig, André se sente bem mais maduro e tem um comportamento completamente diferente na hora de apontar os pontos fracos do time. Uma de suas práticas é a chamada "tática do sanduíche". "Entre uma crítica e outra, aponto as características positivas de cada um. O resultado é bem mais eficaz." André aprendeu a lição. Mas e você? Sabe criticar? Aponta falhas com respeito, de forma objetiva e séria?

Tema delicado em qualquer ambiente de trabalho, a habilidade de fazer críticas é um assunto que envolve muitos desdobramentos, além da regra básica que recomenda franqueza e educação na hora de expor deficiências alheias. Por mais democrática e aberta que seja a organização, a linha que separa a avaliação profissional dos julgamentos pessoais é tênue. E pode gerar conflitos de todo tipo no escritório. Por isso, atenção para a regra número um do crítico eficiente: concentre-se nos fatos e nas suas conseqüências profissionais, evitando classificar o comportamento pessoal de quem quer que seja. "Muita gente usa as críticas como um canal para expressar antipatias baseadas em opiniões, não em atos", afirma Marcelo Cardoso, presidente da consultoria DBM, de São Paulo. "Fazer colocações pontuais é difícil, mas falar mal é muito fácil." Para não cair em ciladas como essa, nada melhor do que tentar se colocar no lugar do outro antes de abrir a boca. "Pergunte a si mesmo como gostaria de ouvir o que você tem a dizer. Isso sempre funciona", recomenda Marcelo.

Além de se imaginar na pele de quem vai receber a crítica, é importante estabelecer uma relação de credibilidade com o alvo das suas observações. "Para surtir efeito e realmente ajudar alguém a crescer, os argumentos precisam ser baseados num clima de confiança, franqueza e afetividade", afirma Benedito Rodrigues Pontes, coordenador da pós-graduação em recursos humanos da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo. "Sem isso, dificilmente o outro vai prestar atenção e acreditar que quem critica não está agindo de má-fé." Mesmo que o seu interlocutor confie em você, chame-o para conversar apenas quando estiver seguro e bem informado a respeito dos aspectos que pretende levantar. "A pior coisa que se pode fazer ao criticar uma pessoa é ser genérico", afirma Simone Lasagno, diretora da consultoria de carreira Career Center, de São Paulo.

Confira ao longo desta reportagem sugestões para não escorregar na hora de criticar o chefe, os colegas e os subordinados. Três regras valem para todas as situações: escolha o melhor momento para a conversa (dias de fechamento de balanço e comemoração no escritório, por exemplo, não são nada indicados), procure um local reservado (em público, apenas elogios são permitidos) e seja educado. "O respeito é a base de tudo. Criticar de forma seca não agrega valor nenhum ao crescimento do profissional", diz Eulália de Moraes, gerente de RH da fabricante de embalagens Zaraplast, em São Paulo.

CRITICANDO O SUBORDINADO
* Todo chefe deve orientar. Por isso você tem obrigação de apontar caminhos para que o funcionário possa se aprimorar nos pontos em que foi alvo de críticas.


* Coloque-se à disposição para aprofundar a discussão se o subordinado quiser.

* Fuja de ironias e críticas camufladas em piadas e brincadeiras de mau gosto. Tenha uma conversa franca com o subordinado.


* Seja preciso. "O funcionário tem seu emprego nas mãos do superior, por isso o chefe precisa ser muito claro em suas colocações", diz Carmem Lúcia Rittner, professora de psicologia organizacional e do trabalho da PUC São Paulo.


* Não critique o que não se pode mudar. "Não adianta dizer que a voz do funcionário é muito aguda para trabalhar com telemarketing", afirma Carmem Lúcia. "Uma alternativa é reforçar as habilidades dele para conversar com clientes e sugerir um curso de dicção."


* Elogie quando o funcionário merecer. "Muitos chefes não têm o costume de reconhecer o trabalho da equipe", diz Benedito Rodrigues Pontes, da Faap.

CRITICANDO O COLEGA
* Explique que você não é o único da equipe a sofrer com a dificuldade do colega para executar determinada tarefa. Isso ajuda a reforçar a crítica.


* Não se concentre apenas nos pontos fracos. Mostre que você percebe as boas contribuições do seu par para a equipe.

* Não use a crítica para se mostrar superior ao colega de trabalho. Se as suas intenções são realmente as melhores, converse com ele de igual para igual.


* Esteja aberto a críticas. "Você deve ouvir o retorno do outro", diz Benedito Rodrigues Pontes, da Faap.



CRITICANDO O CHEFE
* Ajuste a sua comunicação ao estilo do seu chefe. "Se ele for muito objetivo, respeite essa característica e aja da mesma forma", diz a consultora Simone Lasagno, da Career Center.


* Seja descritivo e não se expresse de forma emocional. "O ideal é usar termos como 'na minha opinião' ou 'no meu ponto de vista', fugindo de colocações do tipo 'esse projeto não vai dar certo'", afirma a professora Carmem Lúcia Rittner, da PUC São Paulo. Evite usar palavras negativas, que possam soar como um ataque ao comportamento do seu chefe.

* Procure sentar em posição de igualdade e olhe o seu chefe nos olhos enquanto fala com ele. "Linguagem corporal é um aspecto muito importante. Quem fala deve estar com o corpo voltado para o outro e demonstrar atenção", recomenda Marcelo Cardoso, da consultoria DBM.

O império americano em declínio

Ao contrário das aparências, os Estados Unidos já não ditam suas ordens ao mundo. De fato, os últimos acontecimentos indicam o surgimento de um outro mundo, um mundo no qual a hiperpotência americana já não consegue mais impor sua vontade. Essa é a posição, marcadamente polêmica, do cientista político e historiador econômico Immanuel Wallerstein.

Da hegemonia à perda de poder






Ao contrário das opiniões correntes que afirmam haver uma só potência no mundo de hoje, os Estados Unidos, tidos como poder unipolar, Wallerstein assegura que essa situação de soberania onipotente dos norte-americanos sobre o mundo já passou. Na verdade, para ele a hegemonia de Washington somente se consagrou e foi realidade entre os anos que se seguiram a Segunda Guerra Mundial até o fim da Guerra do Vietnã (mais ou menos de 1945 a 1975), quando então sim era a Casa Branca quem ditava sua vontade ao planeta inteiro.

A origem dessa situação de superioridade absoluta vinha do Tratado de Yalta, de 1944. Naquela ocasião, os chamados Três Grandes (Franklin D.Roosevelt pelos EUA, Winston Churchill pela GB e Joseph Stalin pela URSS), reunidos no sul da Rússia, acertaram a partilha do mundo, dividindo-o em duas áreas de influência. Uma delas ficou sob o controle dos países capitalistas, liderados pelos norte-americanos, e a outra pelos soviéticos. Ocorre que aquela divisão não foi eqüitativa, cabendo aos Estados Unidos uma área bem maior, correspondente a 2/3 da terra inteira. Além disso, a moeda americana tornou-se referência de valor internacional, permitindo a que a população norte-americana, ainda que perfazendo apenas 6% dos habitantes da terra tivessem uma economia que correspondia em volume a 25% do mundo inteiro.

Em grande parte aquela situação foi excepcional devido os efeitos da Segunda Guerra Mundial. Quando o nazi-fascismo germano–italiano e o mikado japonês foram finalmente derrotados em 1945, a maioria dos países industrializados soçobrava em ruínas. Na Grã-Bretanha, na França, na Itália, na Alemanha, no Japão e na URSS, as fábricas estavam arrasadas ou imensamente desgastadas pelo esforço de guerra, o sistema de transportes e comunicações estava desmantelado ou parcialmente paralisado, cidades inteiras haviam desaparecido vitimas de intensos bombardeios aéreos, milhares , se não milhões, de civis qualificados haviam sido mortos e a riqueza nacional existente antes de 1939 havia simplesmente evaporado. (*)

Nas grandes capitais do após-guerra o dinheiro fora substituído pelo mercado negro, onde imperava um retorno ao escambo em meio a um quadro dantesco de fome, desalento e decadência.

Apresentou-se então para os Estados Unidos uma situação inédita. Os seus principais produtores, seus agentes econômicos, praticamente ficaram sem concorrentes. Se bem que a URSS fosse uma potência militar e nuclear nada desprezível, ela não impunha nenhuma ameaça à hegemonia econômica americana sobre a maior parte do mundo.

(*) Apenas como um exemplo do quadro devastador da situação do pós-guerra, basta lembrar que a Alemanha, que antes da guerra era uma das maiores potências industriais do mundo, teve em 1946 seu setor pesado reduzido a 50¨% do que era em 1938, sendo que 1.500 das suas outrora grandes plantas industriais haviam sido totalmente desmanteladas.

(*) Apenas como um exemplo do quadro devastador da situação do pós-guerra, basta lembrar que a Alemanha, que antes da guerra era uma das maiores potências industriais do mundo, teve em 1946 seu setor pesado reduzido a 50¨% do que era em 1938, sendo que 1.500 das suas outrora grandes plantas industriais haviam sido totalmente desmanteladas.


O Plano Marshall e seus efeitos






Para dinamizar ainda mais suas potencialidades, o governo do presidente Harry Truman (1945-1952) lançou em 3 de abril de 1948 o Plano Marshall, disponibilizando a partir daquela data às nações arruinadas a então significativa soma de U$ 13 bilhões para que elas pudessem adquirir manufaturas vindas da América, bem como recompor suas economias internas. As importações européias concentraram-se em matérias-primas, produtos semifaturados, alimentos, suprimentos, fertilizantes, máquinas, veículos e equipamentos, além de óleo cru.

Ainda que ofertassem recursos para a URSS, os soviéticos os rejeitaram bem como vedaram o mesmo aos países sob sua órbita de influência, como foi o caso da Tchecoslováquia e da Polônia, que passariam a ser apoiados pelo Plano Molotov.

O Plano Marshall foi um estrondoso sucesso, mas também marcou o começo do recuo dos Estados Unidos, pois os "milagres econômicos" que se seguiram aos anos de guerra, os "Trinta Anos Gloriosos", no dizer dos franceses (1950-1980), permitiram aquelas nações, especialmente aos europeus e ao Japão, se recuperarem e dependerem um tanto menos dos norte-americanos.


A Subversão do Mundo Colonizado






Todavia esse cenário marcado pela rígida divisão do mundo em duas áreas de influência, com fronteiras ideológicas bem demarcadas e respeitadas tanto pelos americanos como pelos soviéticos começou a ser desafiado pelas rebeliões que principiaram a ocorrer no antigo império colonial europeu. Na Ásia, na África, no Oriente Médio, os povos até então submetidos à meia dúzia de metrópoles européias, deram para sacudir o jugo e lutaram para alcançar a independência. China, Índia, Argélia, Vietnã e Cuba, entre tantas outras, romperam com o controle externo exercido pelos governos estrangeiros. Alguns caminhos deles foram revolucionários outros não, mas no final meia centena de países politicamente autônoma brotou das ruínas dos antigos impérios coloniais europeus. Muito deles associaram-se então como Países Não-alinhados manifestando desejar ficar distanciados do conflito americano-soviético. Reunidas em Bandung, na Indonésia, 29 dessas ex-colonias, lideradas pela Índia, Egito, China e Iugoslávia, procuraram estabelecer uma estratégia em comum que as libertasse das amarras impostas pela Guerra Fria.

A ordem política originada de Yalta então foi abalada. Para os Estados Unidos o sinal do seu declínio chegou com a derrota na Guerra do Vietnã (1965-1975), que implicou entre outras coisas no abandono do gold standard, do padrão ouro acertado primeiramente na Conferencia de Bretton Woods, de julho de 1944 (que dava garantias extraordinárias ao dólar norte-americano, fixando cada onça de ouro em U$ 34), e que foi publicamente anunciado pelo governo do presidente Richard Nixon em agosto de 1971.

Até aquela ocasião qualquer país que tivesse dólares em seus cofres contava com a garantida dada pelo Tesouro dos Estados Unidos que poderia cambia-los por ouro assim que necessitassem. A negativa norte-americana a tal obrigação jogou boa parte do mundo numa onda inflacionária que se acirrou ainda mais com a crise do petróleo desencadeada pela OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) em 1973.

Deste modo, em resumo, a formação dos Países Não-alinhados a partir de 1955, a recuperação econômica dos seus aliados atingidos pela guerra alcançada nos anos 60, e o abandono do lastro ouro para com o dólar, em 1971, decorrente do fiasco militar no sudeste asiático, acabaram por encurtar o espaço da influência que os Estados Unidos exercia sobre todos os demais

O empate, a derrota, a seleção e a regência

categorias: educação, vestibular
Brasil e Uruguai jogam nesta quarta-feira à noite pelas eliminatórias para a Copa de 2010.

O Brasil vem de um empate com o Peru, o que aumenta a expectativa para o desempenho da seleção.

Trecho de matéria sobre o assunto:

- Se empatar ou perder da Celeste, o time do técnico Dunga vai ter o pior início de torneio desde o novo formato, inaugurado na edição que assegurava vaga na Copa de 1998.

O problema do trecho é de regência.

Uma das regras sobre o assunto diz que verbos de regências diferentes não podem compartilhar o mesmo complemento.

Um exemplo hipotético:

- Eu gosto e estudo língua portuguesa

"Gostar" é transitivo indireto (gosto de algo ou alguém) e "estudar", transitivo direto (estudo algo).

Como possuem regências distintas, não poderiam compartilhar o trecho "língua portuguesa".

Uma possível solução seria:

- Eu gosto de língua portuguesa e a estudo

Vale o mesmo raciocínio para o trecho da reportagem sobre a seleção brasileira.

Eu empato com alguém (com a preposição "com") e perco de alguém (preposição "de").

Uma forma de reescrita seria:

- Se empatar com a Celeste ou perder dela, o time do técnico Dunga vai ter o pior início de torneio desde o novo formato, inaugurado na edição que assegurava vaga na Copa de 1998

Só para registro: Celeste Olímpica é o nome como também é conhecida a seleção uruguaia.

John F. Kennedy

categorias: educação, vestibular
John Fitzgerald Kennedy representava uma nova era de esperança, paz e prosperidade para os americanos. A sedução que exerceu sobre os americanos devia-se à sua capacidade de estimular seus ouvintes, em aumentar a confiança no país e a esperança no futuro. Como um democrata, Kennedy levava uma mensagem de respeito aos direitos civis e sociais.

Kennedy nasceu no Estado de Massachusetts, um dos maiores redutos democratas dos EUA, em 1917. Após sua formatura em Harvard em 1940, ele entrou para a Marinha. Em 1943, seu torpedeiro foi afundado por um destróier japonês e Kennedy, ferido, conduziu os sobreviventes até um local seguro.

Após voltar da guerra, ele se tornou um congressista democrata pela região de Boston, avançando em 1953 para o Senado. Enquanto se recuperava de uma cirurgia nas costas em 1955, ele escreveu "Profiles in Courage", que conquistou o Prêmio Pulitzer em história.

Em 1960, surpreendendo o meio político norte-americano, o jovem senador conquistou a indicação democrata para a presidência da república. Naquele ano, todos consideravam uma barbada a eleição do vice-presidente republicano Richard Nixon.

Mas a mensagem de otimismo de Kennedy, aliada à sua competência nos debates presidenciais (que foram transmitidos ao vivo pela primeira vez) contribuíram para uma virada espetacular e sua vitória. Kennedy se tornou o primeiro presidente americano católico.

Seu discurso de posse apresentava o preceito memorável: "Não pergunte o que seu país pode fazer por você -pergunte o que você pode fazer por seu país". Como presidente, seus programas econômicos lançaram o país no maior crescimento sustentado desde a Segunda Guerra Mundial.

Kennedy agiu vigorosamente na causa da igualdade de direitos, pedindo por uma nova legislação de direitos civis. Com a Aliança para o Progresso e as Peace Corps (força da paz), ele empregou o idealismo americano na ajuda aos países em desenvolvimento. Mas persistia a dura realidade da guerra fria.

Kennedy permitiu que um grupo de exilados cubanos, já armados e treinados, invadisse sua terra natal. Essa tentativa de derrubar o ditador Fidel Castro, a invasão da Baía dos Porcos, fracassou.

Em seguida, a União Soviética retomou sua campanha contra Berlim Ocidental. Kennedy reforçou a guarnição em Berlim e aumentou a força militar na Alemanha Ocidental, incluindo novos esforços na corrida espacial.

Confrontada com esta reação, Moscou reduziu a pressão sobre a Europa, mas buscou instalar mísseis nucleares em Cuba. Quando isto foi descoberto por um reconhecimento aéreo em outubro de 1962, Kennedy impôs um bloqueio naval a todos os mísseis nucleares destinados a Cuba. Os soviéticos recuaram e concordaram com a retirada dos mísseis.

Kennedy passou a argumentar que ambos os lados tinham interesse vital em impedir uma proliferação de armas nucleares e em desacelerar a corrida armamentista -uma posição que levou ao tratado de proibição de testes de 1963.

Os meses que se seguiram à crise de Cuba mostraram um progresso significativo na busca de sua meta de "um mundo de lei e livre escolha, banindo a guerra e a coerção". Seu governo viu assim o início de uma nova esperança tanto de direitos iguais entre americanos quanto de paz mundial.

Kennedy era praticamente um ídolo nacional quando foi brutalmente assassinado em 22 de novembro de 1963. De acordo com a historiografia oficial, Kennedy foi morto pelas balas de um assassino enquanto desfilava em carro aberto por Dallas, Texas.

Entretanto, há historiadores que sustentam a tese da conspiração: Kennedy teria contrariado profundamente os interesses de indústrias bélicas e de militares ao lutar pelo fim da corrida armamentista. Como resposta, industriais e militares poderosos teriam tramado a morte do presidente.

A morte de Kennedy provocou comoção dentro e fora dos EUA. Para os americanos, ficou a impressão de que o futuro de paz, prosperidade e igualdade representado por Kennedy jamais seria alcançado.