blog do professor edson scabora

familia, educação, liderança, motivação.

blog do professor edson scabora

familia, educação, liderança, motivação.
<  Novembro 2007  >
S T Q Q S S D
      1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30    
Receba os posts
Terra Blog

Arquivo de: Novembro 2007, 05

05.11.07

Palestra Pais e filhos para prefeitura de Maringá

Professor Edson Scabora, prefeito de Maringá Silvio Barros e sua esposa Bernadete e membros da secretaria municipal de educação de Maringá logo após a palestra "pais e filhos: transformando crianças em homens".

Obras de Oscar Nyemaier

Professor Edson e o senhor Fernando Ferraz visitando as obras do grande arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer em Niterói. Acima o teatro popular  e o museu, localizados na cidade de Niterói.

Oscar Niemeyer Soares Filho é um arquitecto brasileiro nascido no Rio de Janeiro. Formou-se na Universidade do Brasil em 1935. Trabalhou com o muito conceituado arquitecto Suíço, Le Corbusier, no revolucionário desenho do edifício dos Ministérios da Saúde e da Educação brasileiros, que ficou terminado em 1936. Entre muitos edifícios que Niemeyer desenhou estão a Igreja de São Francisco que tem uma estrutura tão radical que a sua consagração foi atrasada até 1959, embora a Igreja tivesse sido terminada em 1943.


A originalidade e a imaginação que Niemeyer revelou nos seus trabalhos valeram-lhe uma reputação de líder da arquitectura moderna. Embora altamente variado, o seu trabalho inclui sempre um enorme espaço vazio integrado em formas muito invulgares. Altos edifícios suportados por pilares de betão ou aço caracterizam a obra do arquitecto. Niemeyer foi o mais importante desenhador dos edifícios do Estado em Brasília, a capital do Brasil.

Os arquitectos da nova capital, Oscar Niemeyer e Lúcio Costa pretendiam construir uma cidade utópica. O desejo era "construir um urbanismo com luz, ar e sol, com a transparência do cristal e a lógica de uma equação" (Goerdeler,2000).

A Catedral Metropolitana, ou Catedral de Brasília, é um dos imensos edifícios públicos desenhados pelo arquitecto Niemeyer nos anos 60 para a capital brasileira. Esta Catedral foi construída entre os anos 1959 e 1980 e, tem na sua arquitectura técnicas e materiais modernistas misturados com as linhas curvas e a liberdade da forma, próprias do período barroco brasileiro.



Conversando com o poeta

Professor Edson Scabora "conversando" com o poeta Carlos Drummond de Andrade, na praia de Copacabana, Rio de Janeiro.





Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.

Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.

O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.

Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo (1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.

Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.

Em mão contrária traduziu os seguintes autores estrangeiros: Balzac (Les Paysans, 1845; Os camponeses), Choderlos de Laclos (Les Liaisons dangereuses, 1782; As relações perigosas), Marcel Proust (La Fugitive, 1925; A fugitiva), García Lorca (Doña Rosita, la soltera o el lenguaje de las flores, 1935; Dona Rosita, a solteira), François Mauriac (Thérèse Desqueyroux, 1927; Uma gota de veneno) e Molière (Les Fourberies de Scapin, 1677; Artimanhas de Scapino).

Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.

Cronologia:

As lições dos bons alunos

categorias: vestibular

O Ministério da Educação (MEC) mapeou os hábitos dos melhores alunos em duas das provas que aplica com regularidade – o Saeb, cujo objetivo é aferir o nível dos estudantes no ensino básico, e o Enade, que mira os universitários.



O resultado é uma nova cartilha que esclarece o que funciona na rotina de bons alunos de todas as faixas etárias, como Beatriz Salles, de 11 anos, e Vítor Villar Silva, de 17 – a dupla que aparece ao lado. Além de listar os hábitos que os campeões brasileiros nas duas provas em questão têm em comum, o atual estudo teve como mérito o fato de mensurar o impacto desses hábitos no desempenho escolar. Do levantamento – devidamente comentado por especialistas – é possível extrair conclusões sobre algumas das dúvidas mais freqüentes dos pais: de quanto tempo uma criança deve reservar para os estudos em casa a até que ponto, afinal, se recomenda que ela seja amparada em seus deveres. Eis o que revelam as duas pesquisas, em cinco tópicos.




1. HORAS DE ESTUDO

O que dizem as pesquisas: o hábito de dedicar-se aos estudos em casa pelo menos uma hora por dia tem impacto positivo nas notas: elas são, em média, 30% mais altas do que as dos estudantes que não fazem o dever de casa

Comentário: prestar atenção nas aulas pode ser suficiente para um bom desempenho nas provas – mas seguir com os estudos em casa é o que faz a diferença a longo prazo

Práticas que funcionam, segundo os especialistas:

• Orientar os filhos para que evitem estudar à noite. As pesquisas comprovam que o rendimento é pior

• Evitar excessos. Para crianças entre 7 e 10 anos, estudar mais de duas horas por dia em casa é exagero – sem benefício comprovado ao desempenho escolar. A partir dos 11 anos, o volume de matéria justifica separar de duas a três horas para as tarefas em casa

• Ter boa oferta de livros na biblioteca de casa e dispor de um espaço onde a criança possa dedicar-se aos estudos (de preferência livre do som da televisão) são dois fatores que ajudam nas notas

• Se a criança der sinais de exaustão, incentive-a a fazer uma pausa antes da conclusão da lição



2. LEITURA

O que dizem as pesquisas: os melhores alunos lêem seis livros por ano, além dos indicados pela escola, e cultivam o hábito de comprar jornais e revistas – os maus estudantes afirmam não ter lido um único livro no ano anterior

Comentário: a leitura não obrigatória – aquela sem nenhum vínculo com as tarefas escolares – é a que as pesquisas indicam surtir mais efeito positivo à formação dos estudantes: o hábito estimula a capacidade de compreensão de textos e a expressão oral, o que se reflete em todas as disciplinas

Práticas que funcionam, segundo os especialistas:

• Comprar livros adequados à idade dos filhos, para que lhes despertem interesse genuíno, e de bom nível literário

• Deixar os livros ao alcance das crianças, de modo que tenham fácil acesso a eles

• Ter sempre em casa jornais e revistas – e puxar assunto sobre algumas das notícias do dia

• Incluir uma visita a livrarias no roteiro do fim de semana



3. ATIVIDADES FORA DA ESCOLA

O que dizem as pesquisas: os melhores alunos fazem pelo menos um curso extracurricular

Comentário: não há dúvida de que esse tipo de atividade – esportiva ou intelectual – contribui para a formação dos estudantes, mas o excesso delas sempre atrapalha

Práticas que funcionam, segundo os especialistas:

• Limitar as aulas extras a duas horas por dia – com um intervalo entre elas

• Alternar na agenda atividades físicas e intelectuais. O rendimento será melhor nos dois casos



4. USO DO COMPUTADOR

Peter Cade/Iconica/Getty Images



O que dizem as pesquisas: nas escolas brasileiras, até agora os computadores não ajudaram, mas seu uso em casa tem claro impacto positivo no aprendizado – os melhores estudantes recorrem ao computador quase diariamente

Comentário: com a internet, os estudantes estão diante de uma inesgotável fonte de informações – algumas delas úteis, outras não. Cabe aos pais orientá-los a fazer o melhor uso da tecnologia

Práticas que funcionam, segundo os especialistas:

• Iniciar as crianças no uso da internet: é dos pais a tarefa de lhes apresentar as melhores ferramentas para pesquisa

• Delimitar o tempo de lazer em frente ao computador: até uma hora por dia é o ideal, segundo estudos



5. PARTICIPAÇÃO DOS PAIS

O que dizem as pesquisas: esse é um dos fatores que mais têm influência sobre o desempenho dos estudantes – as notas melhoram cerca de 10% quando os pais estão atentos à rotina escolar dos filhos

Comentário: embora a família deva ser mais ativa durante a infância, fase fundamental à criação de bons hábitos de estudo, sua participação na vida escolar ainda continua a fazer diferença mais tarde

Práticas que funcionam, segundo os especialistas:

• Tentar estar sempre por perto na hora da lição. Caso seja acionado, dê sugestões para a resolução da questão – nunca a resposta pronta

• Procurar saber um pouco de tudo: do que a criança aprendeu naquele dia à organização de sua mochila. É uma maneira de dar sinais de que está atento ao que se passa na escola

• Conversar na mesa de jantar sobre alguns dos temas das aulas

No dia do vestibular, tranquilidade.

categorias: vestibular

Você estudou o ano todo. Além da pressão de ter de escolher uma profissão com tão pouca idade, ainda viu matérias que você sabe que não vai usar no futuro. Por isso, fique tranqüilo. Você fez a sua parte. Já bastam os outros te pressionando. Relaxe, pegue suas barrinhas de cereal, seu estojinho com lápis, caneta e borracha e siga seu caminho.


Outra dica que parece óbvia, mas que nem sempre é seguida: nada de balada (nem uma cervejinha "de leve") no dia anterior à prova. "Durma cedo, para acordar descansado". Importante também é ir ao local da prova no dia anterior, para evitar surpresas. Se for de carro, veja onde vai estacionar. Se vai de transporte público, veja o itinerário, quantos ônibus vai pegar, se é necessário fazer baldeação.

O tempo deve estar a seu favor, sempre. Calcule quanto vai demorar para ir da sua casa até o local da prova. Nascimento recomenda ainda o "fator de segurança": "pode furar um pneu, ter um engarrafamento, para tudo isso você deve estar preparado". lembre-se que, na UEM, há um grande número de pessoas que perdem a prova por chegarem atrasadas. O ideal é chegar uma hora antes da prova.

O  café da manhã é a refeição mais importante do dia. "Se a prova for de manhã, é preciso um senhor café: comer uma fruta, tomar um suco, um sanduíche de queijo. Não um simples pão com manteiga."

E durante a prova, seja ela de manhã ou à tarde, um lanchinho é essencial. "São quatro horas de prova. Vai dar fome. Leve um chocolate. Se não gosta, leve uma maçã. Não precisa parar de fazer a prova. Vai lendo a questão e comendo", diz.

Espante o nervosismo
Tranqüilidade é a palavra-chave. Esqueça os problemas, não fique pensando no que vai acontecer se você não passar. "Eu falo para os alunos: faz de conta que está indo para o McDonalds. Vai saltitante, feliz. Ansiedade, angústia e aflição não ajudam em nada. Esqueça seu time, a briga com a namorada. Depois da prova é que vai pensar nisso".

Nada de pressa: "a vantagem não é terminar primeiro, mas acertar o maior número de questões. Se acabou cedo, releia. Se tem uma questão que não sabe, deixa por último. Senão vai perder um tempão fazendo e, quando terminar, o tempo vai estar acabando." E se não souber mesmo, não deixe em branco ou marque qualquer uma. "Até na hora de chutar convém raciocinar". Tente eliminar opções para restringir sua escolha.

E o mais importante: ninguém aprende de uma hora para outra. "Estudo tem que ser em doses homeopáticas, não adianta estar com a apostila debaixo do braço na hora de entrar na sala para fazer o vestibular. O que salva a pátria é ter plantado o ano inteiro para colher naquela hora."